Cloridrato de Ciprofloxacino: Para que serve, Efeitos colaterais e Bula

Para que serve o Cloridrato de Ciprofloxacino?
Infecções complicadas e não complicadas causadas por microrganismos sensíveis ao Cloridrato de Ciprofloxacino (substância ativa).

  • Trato respiratório – O Cloridrato de Ciprofloxacino (substância ativa) pode ser considerado como tratamento recomendável em casos de pneumonias causadas por Klebsiella spp., Enterobacter spp., Proteus spp., Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa, Haemophillus spp., Moraxella catarrhalis, Legionella spp. e Staphylococci. O Cloridrato de Ciprofloxacino (substância ativa) não deve ser usado como medicamento de primeira escolha no tratamento de pacientes ambulatoriais com pneumonia causada por Pneumococcus;
  • Ouvido médio (otite média) e seios paranasais (sinusite), especialmente se a infecção for causada por organismos gram-negativos, inclusive Pseudomonas aeruginosa ou Staphylococci;
  • Olhos;
  • Rins e/ou trato urinário eferente;
  • Órgãos genitais, inclusive anexite, gonorreia e prostatite;
  • Cavidade abdominal (por exemplo, infecções bacterianas do trato gastrintestinal ou do trato biliar e peritonite);
  • Pele e tecidos moles;
  • Ossos e articulações;
  • Sepse.

Infecção ou risco iminente de infecção (profilaxia), em pacientes com sistema imunológico comprometido (por exemplo, pacientes em uso de imunossupressores ou pacientes neutropênicos).

Descontaminação intestinal seletiva em pacientes sob tratamento com imunossupressores.

Cloridrato de Ciprofloxacino bula

Efeitos colaterais do Cloridrato de Ciprofloxacino?
As reações adversas relatadas com base em todos os estudos clínicos com Cloridrato de Ciprofloxacino (substância ativa) (oral e parenteral) classificadas por categoria de frequência segundo CIOMS III estão listadas abaixo (Total n = 51.621).

Lista de reações adversas

As frequências das reações adversas relatadas com cloridrato de Cloridrato de Ciprofloxacino (substância ativa) estão resumidas na tabela abaixo. Dentro dos grupos de frequência, as reações adversas estão apresentadas em ordem decrescente de gravidade.

Frequências são definidas como:

Muito comum (≥ 1/10);
Comum (≥ 1/100 a < 1/10);
Incomum (≥ 1/1.000 a ≤ 1/100);
Rara (≥ 1/10.000 a ≤ 1/1.000);
Muito rara (≤ 1/10.000).
As reações adversas identificadas apenas durante a observação pós-comercialização, e para as quais a frequência não pode ser estimada, estão listadas como “Frequência desconhecida”.

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